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QUAL A IMPORTÂNCIA E COMO PODE SER FEITO O CONTROLE PREVENTIVO NO CULTIVO DE PEIXES?

Os parasitos podem chegar a sua propriedade de diversas formas, por exemplo, pelo solo, pela água que enche seu viveiro, tanques, açudes e canais de Igarapé. Também podem ser trazidos por aves, mamíferos aquáticos, minhocas, caramujos, ou até mesmo no momento da compra de alevinos, peixes juvenis ou adultos infectados.

Os carros que entram em sua propriedade têm grandes possibilidades de trazer parasitos ao local de criação, sendo necessário a higienização dos mesmos.

Sendo assim, vamos mostrar algumas maneiras de prevenir que estes parasitos venham trazer prejuízos à sua produção.

 

Em primeiro lugar deve-se esvaziar o local de cultivo (isso quando o cultivo é realizado em tanques ou viveiros) , fazer a limpeza e desinfecção (pode ser feita com cal virgem jogando por todo o local) antes do povoamento de cada ciclo produtivo.
Deve-se fazer a manutenção da limpeza das bordas dos locais de criação retirando toda a vegetação das bordas, pois ela serve de moradia para caramujos, minhocas e ovos de parasitos.

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Realizar quarentena (deixar os animais separados dos outros da sua produção)  por no máximo três semanas para alevinos e peixes adultos novos que entram no cultivo. 
Lembrando que essa água tem que ser destinada corretamente, sem correr o risco de poluir seus cultivos e o meio ambiente.

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Adquirir alevinos saudáveis.
E realizar compra de animais adultos de locais com certificação e livres de parasitas.

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Deve-se diminuir a população do caramujo (HI) através da limpeza e eliminação de entulhos, lixos, restos culturais, folhas amontoadas, plantas hospedeiras ou qualquer material ou substrato que possa servir de esconderijo.

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Para evitar a entrada de aves piscívoras (que se alimentam de peixes) ou outras aves que possam transmitir parasitos, pode-se colocar telas de proteção, fios rodeando ou cruzando os locais de cultivo.

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Eliminar microcrustáceos, pois podem transmitir alguns parasitos, como as tênias por exemplo.

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Deve-se controlar a presença de macrófitas aquáticas (por exemplo a Vitória-régia), pois são locais de sobrevivência para o hospedeiro intermediário como a oligoqueta (minhocas).

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Evitar alta densidade de estocagem (não colocar muitos peixes em um único local) e estresse nos animais (pode ser causado por falta de alimentação, água com baixa oxigenação, além da lotação máxima de animais).

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Manutenção da qualidade da água, evitar excesso de matéria orgânica no ambiente (excesso de ração, folhas ou galhos de árvores).
Pois uma água de boa qualidade vai auxiliar na imunidade de seus animais.

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Utilização de filtros na captação da água de abastecimento do local de cultivo para evitar entrada de hospedeiros intermediários e outros peixes já infectados.

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Os cães podem servir para afastar hospedeiros intermediários (Ex: lontras), que transmitem parasitos para os locais de cultivo. Sabe-se que somente o cheiro da urina dos cães é capaz de espantar os HI.

Se o produtor optar por não ter um cão, recomenda-se colocar tela de proteção em volta dos locais de cultivo.

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Deve-se instalar rodolúvio (estrutura que lava o carro e os pneus com uma solução desinfectante) para evitar a entrada dos parasitos na propriedade.

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CASO NÃO SIGA TAIS PROCEDIMENTOS, O QUE PODE ACONTECER?

Caso você proprietário não siga esses procedimentos, tornará seu negócio vulnerável aos parasitos, além de outras doenças ou predadores.

Por isso é importante realizar esses procedimentos, minimizando o ataque pela infestação parasitaria.